Viaja com o seu cão? Por que a sua genética é o seu 'passaporte' mais importante

Vai viajar com o seu cão? Descubra como o seu ADN influencia a sua segurança ao voar. Evite riscos respiratórios e escolha a transportadora ideal com a Koko Genetics.

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¿Viajas con tu perro? Por qué su genética es su "pasaporte" más importante

Planear umas férias com o nosso melhor amigo é emocionante, mas antes de fazer a mala e comprar o bilhete, há uma pergunta que todos os tutores de animais de estimação devem fazer: Estará o meu cão fisicamente preparado para esta viagem?

No mundo do comportamento e da saúde animal, nem todos os cães vivem a experiência do transporte da mesma forma. A chave não está apenas na sua educação, mas no seu ADN. Desde a forma do crânio até ao tamanho que atingirá em adulto, a genética dita as regras do jogo, especialmente quando falamos de normas das companhias aéreas e segurança biológica.

1. Raças braquicefálicas: O risco invisível do "focinho achatado"

Se tem um cão com o focinho achatado, sabe que são adoráveis, mas a sua anatomia é um desafio para a termorregulação e a respiração. Viajar no porão de um avião supõe um risco altíssimo de hipóxia (falta de oxigénio) e golpes de calor para estes exemplares.

O Bulldog Inglês e Francês: Restrições de voo reais

Devido à sua morfologia, muitas companhias aéreas proibiram estritamente o seu transporte no porão. É aqui que o teste de ADN para cães se torna uma ferramenta de segurança: se tem um cão de raça mista que se parece suspeitosamente com um Bulldog, confirmar uma alta percentagem desta raça nos seus genes irá alertá-lo para extremar as precauções de ventilação e verificar se a companhia aérea poderá colocar problemas legais pela sua morfologia craniana predominante.

O Shih Tzu: Pequeno mas vulnerável

Muitas vezes pensamos que, por serem pequenos, os Shih Tzu têm a vida facilitada ao poderem viajar na cabine (onde o limite costuma ser de 8 kg). No entanto, a sua genética braquicefálica torna-os sensíveis à pressurização da cabine e, sobretudo, ao stress ou à ansiedade do voo, que podem desencadear crises respiratórias graves.

2. O desafio das raças gigantes: De que transportadora necessito realmente?

Uma das maiores dores de cabeça para os viajantes é a caixa de transporte (transportadora) homologada pela IATA. A norma exige que o cão possa ficar de pé, dar a volta sobre si mesmo e deitar-se com naturalidade. Se o seu cão não couber, não voa.

Dogue Alemão: Prever o crescimento antes das férias

O Dogue Alemão é uma das raças mais imponentes da nossa base de dados. Mas o que acontece se adotou um cachorro de raça mista? Calcular o seu tamanho adulto a olho é como um jogo de adivivinhação. Se, por exemplo, a análise detetar que o seu cachorro tem uma alta percentagem de Dogue Alemão, saberá que na sua árvore genealógica existe uma raça gigante. Embora o tamanho final dependa da combinação completa de raças e de fatores ambientais, isto permite-lhe prever a compra de uma transportadora XXL.

Mastim Espanhol e Tibetano: Envergadura e estrutura óssea

Estas raças são exemplos perfeitos de como o peso genético estimado é vital. A sua estrutura óssea e a sua grande envergadura requerem um espaço que nem todos os porões de avião conseguem gerir. Conhecer a carga genética destas raças ajuda-o a decidir se o avião é a melhor opção ou se um transporte terrestre especializado garantiria melhor o seu bem-estar.

3. Além da morfologia: Enjoos e temperamento

A genética não determina apenas como o seu cão se parece, mas como ele se sente.

Na Koko Genetics, acreditamos que conhecer o ADN da sua mascote não é apenas uma curiosidade, é medicina preventiva e segurança. Saber que o seu cão tem predisposição para um focinho curto ou que superará os 40 kg de peso permite-lhe tomar decisões informadas, escolher a companhia aérea adequada e, sobretudo, garantir que a viagem seja um prazer e não um risco.